O novo imposto que ameaça o bolso digital
O Congresso Nacional reacendeu um dos debates mais polêmicos da economia brasileira: a criação de um imposto sobre transações digitais.
A proposta busca taxar pagamentos via aplicativos, bancos digitais e PIX, sob a justificativa de modernizar a arrecadação pública.
Enquanto o governo defende a medida como “equilíbrio fiscal”, economistas alertam que ela pode onerar microempreendedores e autônomos, justamente os que mais dependem das plataformas digitais.
“É a volta da CPMF com roupa nova”, critica um consultor tributário. “O custo final sempre recai sobre o usuário.”
Privacidade e rastreamento financeiro
Além da cobrança, especialistas apontam que o projeto abre brechas para monitoramento em massa de dados financeiros, já que todas as transações passariam por filtros de registro governamentais.
Organizações civis questionam o impacto sobre a privacidade digital e a possibilidade de uso político dessas informações.
🟩 Análise AmazBR:
O problema não é o imposto — é o precedente.
Cada vez que o Estado amplia o controle sobre o dinheiro digital, o cidadão perde um pouco mais da sua liberdade financeira.
Equipe Amazbr